A empresa te deu um cargo "importante" só para economizar nos seus direitos trabalhistas?

Gerente, supervisor ou cargo de confiança só no nome? Você pode ter direito a receber horas extras e benefícios não pagos.

A sobrecarga invisível

A promoção veio, o salário aumentou um pouco, mas junto vieram jornadas absurdas e metas inatingíveis. Essa conta não fecha.

Pressão não é liderança

Reunião com constrangimento e cobrança com humilhação é assédio. O cargo de gerente não transforma ninguém em propriedade da empresa. Abusos geram indenização.

Omissão de Adicionais

Sua equipe recebia adicional de risco e você não? Se você se expunha aos mesmos riscos, o adicional pode ser devido. É uma das violações mais comuns.

O mito do "Gerente não recebe hora extra"

Durante anos repetiram a mesma história: “gerente não recebe hora extra”. Essa frase virou regra dentro das empresas — mas não virou lei. Cargo de confiança não é um nome bonito no crachá. Cargo de confiança existe quando o gerente tem poder real de decisão, autonomia verdadeira e autoridade efetiva dentro da estrutura da empresa. Sem isso, o rótulo não elimina direitos.

Você realmente tinha poder de gestão?

Responda com sinceridade. Se a resposta for “NÃO” para a maioria das perguntas abaixo, há grandes chances de você ter direito a horas extras de todo o período trabalhado.

 

    • Você podia contratar ou demitir quando quisesse?
    • Podia aumentar salário ou promover alguém sem pedir autorização?
    • Podia aplicar advertências ou suspensões sozinho?
    • Podia se ausentar sem ter que avisar superiores?

Ainda dá tempo de cobrar o que é seu.

Você tem até 2 anos após o desligamento para ingressar com uma ação trabalhista. É possível reclamar horas extras, adicionais, indenizações e diferenças salariais. Ignorar a análise é aceitar a perda definitiva.

Ainda dá tempo de cobrar o que é seu.

Você tem até 2 anos após o desligamento para ingressar com uma ação trabalhista. É possível reclamar horas extras, adicionais, indenizações e diferenças salariais. Ignorar a análise é aceitar a perda definitiva.

Especialistas em cargos de gestão!

Atuação focada na função exercida — não no título do cargo. Análise técnica, criteriosa, sigilosa e individualizada. Porque no final das contas, o que importa não é o nome da função, é o que você realmente fazia.

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